Lembro perfeitamente da minha infância e das recomendações que todo pai/mãe passa aos filhos. Aquela velha história de que caronas e a aproximação de pessoas estranhas devem ser evitadas. Quando grandes, olhamos por outra ótica. Hoje no trabalho, uma senhora muito simpática parou junto a mim e colocou sua compra no chão enquanto aguardava alguém da família pra auxilia-la. Nesse meio tempo, um diálogo simples foi iniciado pela mesma. Falava da chegada me mais um neto e da formatura do filho caçula. Contava em detalhes sobre sua vida e a dos seus como se nos conhecemos intimamente. Ria dos acontecimentos da sua última semana, ouvia minhas palavras atentamente, as vezes um pouco deslocadas pelo simples fato de não conhece-la a fundo... mas sentia prazer em recebe-las. Era evidente. Nos despedimos com uma sequencia de bons presságios e de votos de felicidades. Isso foi o suficiente pra me deixar embalar pelo sentimento do bem estar.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Aprendendo com o meu dia
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