segunda-feira, 28 de março de 2011

Tarde de domingo

          Primeiro post sem imagens. Não me sinto obrigado em todos os meus momentos vividos está cercado por algo que meus olhos vejam e/ou minhas mãos possam tocar. Na singularidade como as coisas acontecem comigo eu prefiro tê-los na memória, bem guardados, e que meu sorriso desperte quando lembrar que nesses momentos aconteceram coisas bacanas. Assim foi a tarde do meu domingo. Sempre de encontro casual, rápido... era assim que encontrava com aquela que tenho uma admiração a mais de 11 anos. Nos conhecemos moleques, 5ª série do ensino fundamental II e nem imaginaríamos que aquilo se tornaria uma amizade fiel e duradoura. Eu até imaginei que o clima não iria possibilitar sairmos pra rir um pouco de nós mesmos, das nossas fraquezas e virtudes. Mas que se dane o clima, as oportunidades como essa do domingo não surgiriam outras vezes e então decidimos que a melhor arma pra combater a inquietação vespertina era está de boa com a vida e ir festejar. Tomamos um lanche, andamos um pouco, fomos quase que interrompidos por um grupo de pessoas "amigáveis" que nos forçam a comprar seus produtos, compramos filmes, sentamos no banco da avenida de olho no movimento de vai e vem dos transeuntes... e rimos. E jogamos conversa fora, e fizemos planos, e tentávamos imaginar o futuro das pessoas. Feito adolescentes inexperientes, crianças em constante descobrimento. Momentos sadios e que deverão serem repetidos constantemente, porque está com pessoas gabaritadas pra nos deixar bem é papel fundamental. Valeu por ontem e valeu pelo sempre.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Iniciativa


       As vezes eu fico pensando em algumas atitudes que não foram tomadas. Mas quando eu tento quebrar a cabeça com esse tipo de ação não praticada(por mim), eu acabo descobrindo coisas que não deveriam fazer sentido. É irracional achar que a felicidade depende dos outros. Felicidade, bem estar próprio e satisfação consigo mesmo é uma questão singular, que se destaca pela importância de ser única. A partir do momento que eu busco outra pessoa pra "me deixar feliz" eu estou agindo assim porque meu estado atual é o da carência. E nem todo mundo é aberto pra essa pluralidade. Eu tiro por mim. Não adianta querer bancar o heroi e travar uma luta contra minhas vontades. Quantas vezes eu quis ser companhia, mandar um SMS pra saber como as pessoas que adimiro estão, estar presente em momentos de alegria e tristeza, dizer um eu te amo sem se preocupar com o que as pessoas vão achar por isso... ser eu? Agir sem preconceito com meus desejos é encarar tudo isso como uma fonte de saciedade natural do ser humano. Eu estou precisando rever meus conceitos e deixar de lado pensamentos destrutivos. Eu preciso crescer junto com ideia de que as pessoas também agem assim mas que eu posso ser essa mudança que quero ver. Quando eu resolvi escrever sobre isso, parece que eu estava tentando criar coragem pra tomar certas iniciativas, mesmo não sabendo qual seria a reação das pessoas que a muito eu tenho pensado constantemente por fazerem falta no meu cotidiano. E é isso que vou fazer. Agora. Deixar pra trás o peso que chamo de EGO, viver o agora cujo rascunho fora apagado e à tinta, transcrito no papel chamado VIDA. E esse papel acaba bem mais rápido quando não é aproveitado.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Carnaval

Algumas imagens dos meus 10 dias de diversão

Recife antigo

Festa a fantasia


Bloco do Nóir Tudo


Carnadrilha


Festa a fantasia


Casa do amor


Artesanato em Calhetas


Bar do Arthur


Praia de Calhetas


Praia do Paiva


Paiva


Enseada dos Corais